Cachaça envelhecida e cachaça branca: conheça as diferenças e características

A principal diferença entre degustar cachaça e simplesmente bebê-la é conseguir identificar todos os traços e aspectos que cada tipo desse líquido milenar têm a oferecer. Infelizmente, nem todas as pessoas que têm a oportunidade de experimentar diversas cachaças das mais variadas marcas e produtores sabem exatamente o que estão bebendo.

Atualmente existem no mercado dois tipos principais de cachaças: a branca e a envelhecida. É comum que muitos consumidores acabem adquirindo garrafas dessas duas espécies de bebidas sem nem ao menos saber as diferenças entre elas e como cada uma é preparada para o consumo.

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Brasil e México fecham acordo para comércio de cachaça e tequila

Os governos de Brasil e México anunciaram nesta segunda-feira (22) a conclusão das negociações de um acordo para fomentar o comércio e proteger a denominação de origem da cachaça e da tequila.

O acordo “garante a proteção recíproca da cachaça e da tequila como indicações geográficas do Brasil e do México, respectivamente, protegendo esses produtos da concorrência desleal de outros que pretendam se beneficiar indevidamente da reputação” dessas bebidas nacionais, destacou a Secretaria de Economia do México em comunicado.

Além disso, o acordo também aborda questões técnicas que poderiam “dificultar o comércio bilateral desses dois produtos através do reconhecimento das legislações correspondentes de ambos os países”.

Com isso, os dois países procuram expandir o comércio das duas bebidas em um entorno de “certeza e segurança plena” para produtores e exportadores, acrescentou a Secretaria de Economia do México no comunicado.

Além disso, o acordo contempla o estabelecimento de um grupo de trabalho para abordar temas como a presença de produtos que utilizem de maneira equivocada as denominações cachaça e tequila e produtos apócrifos nos mercados brasileiro e mexicano, respectivamente, explicou a Secretaria de Economia do México.

tequila

As negociações do acordo foram concluídas durante a 3ª Comissão Binacional México-Brasil, que acontece na Cidade do México, pelo secretário de Economia do México, Ildefonso Guajardo e pelos ministros brasileiros de Relações Exteriores, Mauro Vieira, e de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Armando Monteiro.

A assinatura e a entrada em vigor do “Acordo para o Reconhecimento Mútuo da Cachaça e da Tequila como Indicações Geográficas e Produtos Distintivos do Brasil e do México” será feita conforme os procedimentos legais previstos nos dois países, segundo o comunicado.

Para o Ministério da Economia do México, o acordo representa a consolidação das relações entre as duas principais economias latino-americanas que foram impulsionadas após a assinatura em maio de 2015 de convênios em matéria comercial, de turismo e meio ambiente, entre outros.

Isso “leva a avanços ainda mais importantes no contexto das negociações em curso para a expansão e o aprofundamento do Acordo de Complementação Econômica nº 53”, destacou a Secretaria de Economia do México no texto.

As negociações para ampliar esse convênio, assinado em 2002, começaram em julho do ano passado. Atualmente, o Acordo de Complementação Econômica nº 53 regulamenta o comércio de cerca de 800 produtos, que podem chegar a 6 mil com a atualização do mesmo.

Fonte: Globo

Alambique de fevereiro – Engenho Nunes

Durante o mês de fevereiro toda linha Engenho Nunes assume a posição de Alambique do Mês.

O valor em compras da marca gera um crédito para compras futuras (5% do valor gasto), pelo prazo de um ano. 

Com uma das linhas mais completas do Brasil, são armazenadas em cinco madeiras diferentes: Carvalho, Jatobá, Umburana, Castanheira e Jequitibá.

Não perca essa oportunidade, aproveite pelo site ou diretamente em nossa loja no Mercado Municipal.

 

Conheça as 50 melhores cachaças do Brasil

2º Ranking Cúpula da Cachaça elegeu, em ordem de importância, os melhores rótulos; veja o que os integrantes disseram sobre cada uma delas:

 

  Foto: Tiago Queiroz|Estadão

1. Porto Morretes Premium

 Onde: Morretes (PR)

Madeira: 3 anos no carvalho

Aromas frutados que rescendem a ameixa. Acidez e percepção alcoólica equilibradas. Uma cachaça redonda, sem arestas. É a terceira mais barata do top ten.

2. Reserva do Gerente Carvalho

Onde: Guarapari (ES)

Madeira: 5 anos no carvalho

Adocicada, não tem acidez elevada nem álcool agressivo. Equilibrada, permanece bem na boca. Não sobra nem falta. Tem ótimo custo/benefício.

3. Companheira Extra Premium

Onde: Jandaia do Sul (PR)

Madeira: 8 anos no carvalho

De textura aveludada, não se sente adstringência. Tempo adequado na madeira, não queima a boca, tem retrogosto interessante. Prazerosa.

4. Sanhaçu Umburana

Onde: Chã Grande (PE)

Madeira: 2 anos na amburana

Untuosa, perfumada, aromas frutados que se estendem para o paladar. Encorpada. É marcante da amburana, mas pode ser enjoativa para iniciantes.

 5. Reserva 51

Onde: Pirassununga (SP)

Madeira: 3 anos no carvalho

Baixa viscosidade, poderia ter recebido menos diluição. Aromas florais leves. Na boca, é equilibrada e agradável; poderia ter retrogosto mais persistente.

 

  Foto: Tiago Queiroz|Estadão

6. Leblon Signature Merlet

Onde: Patos (MG)

Madeira: 2 anos no carvalho francês

Nariz amadeirado, na boca a acidez é marcante. Mas o retrogosto não é persistente e o conjunto, apesar de acima da média, não empata com o belo visual.

7. Porto Morretes Tradição

Onde: Morretes (PR)

Madeira: 6 anos no carvalho

Madeira não predomina, deixando aparecer aromas de baunilha, castanhas e tostados. Bom equilíbrio entre doçura e amargor dos taninos. Suave.

8. Weber Haus Extra Premium Lote 48 (6 anos)

Onde: Ivoti (RS)

Madeira: 5 anos no carvalho francês + 1 ano no bálsamo

Bom acabamento no nariz, sem álcool agressivo; na boca surpreende por ser encorpada, ter acidez equilibrada e persistência.

9. Da Tulha Carvalho

Onde: Mococa (SP)

Madeira: 3 anos no carvalho

Álcool pouco presente no nariz, mas aromas discretos também. Untuosa, de acidez equilibrada, podia ter retrogosto mais marcante, mas é uma cachaça acima da média.

10. Anísio Santiago/ Havana

Onde: Salinas (MG)

Madeira: 8 anos no bálsamo

Aroma complexo, amadeirado e que rescende a bálsamo (madeira usada nesta bebida). Distinta, único defeito é a baixa untuosidade.

 

  Foto: Tiago Queiroz|Estadão

11. Harmonie Schnaps Extra Premium

Onde: Harmonia (RS)

Madeira: 10 anos no carvalho

Feita no capricho, tem notas herbais interessantes, não chega a ser frutada. Acidez equilibrada, na boca é suave, com personalidade.

12. Vale Verde 12 anos

Onde: Betim (MG)

Madeira: 12 anos no carvalho

Boa representante entre as envelhecidas, não tem madeira muito pronunciada. Toques frutados aparecem, acidez baixa, bem equilibrada.

13. Cedro do Líbano

Onde: São Gonçalo do Amarante (CE)

Madeira: 1 ano no carvalho americano

Aromas complexos, uma cachaça misteriosa. Densa, entrega na boca o que promete, com bom corpo e acidez equilibrada. Forte, mas saborosa.

14. Germana Heritage

Onde: Nova União (MG)

Madeira: 8 anos no carvalho + 2 anos no bálsamo

Nariz agradável, sem agressividade do álcool, mas boca surpreende mais, com bom corpo, acidez equilibrada, toques herbáceos que quebram a presença de madeira. Agradável.

15. Magnífica Reserva Soleira

Onde: Miguel Pereira (RJ)

Madeira: 3 anos no carvalho

Aromas frutados e florais pouco marcantes, mas na boca chama mais a atenção. Taninos suaves, acidez harmônica e notas de especiarias, baunilha e tabaco.

 

  Foto: Tiago Queiroz|Estadão

16. Dona Beja Extra Premium

Onde: Araxá (MG)

Madeira: 12 anos nos carvalhos francês e português

No nariz falta personalidade, mas na boca impressiona. Boas notas de madeira, persistente, uma cachaça harmônica.

17. Mazzaropi Carvalho Francês

Onde: São Luiz do Paraitinga (SP)

Madeira: 1 ano e meio no carvalho francês

Aromas frutados com bom acabamento, fino. Untuosa e de acidez leve, tem toque de baunilha na boca. Cachaça harmônica, de personalidade notável.

18. Bento Albino Extra Premium

Onde: Maquiné (RS)

Madeira: 6 anos no carvalho

Aromas frutados, persistentes no nariz. Acidez equilibrada na boca, fruta se confirma na boca. Cachaça redonda e agradável.

19. Havaninha

Onde: Salinas (MG)

Madeira: 6 anos no bálsamo

Acidez alta no nariz e na boca, típica de cachaças de Salinas, envelhecidas no bálsamo. Percepção alcoólica também alta.

20. Canarinha

Onde: Salinas (MG)

Madeira: 2 anos no bálsamo

Na boca, notas de cravo e canela. Acidez moderada, álcool harmônico, encorpada e muita personalidade.

 

  Foto: Tiago Queiroz|Estadão

21. Casa Bucco Ouro

Onde: Bento Gonçalves (RS)

Madeira: 6 anos no carvalho e no bálsamo

Destaca-se entre as similares, envelhecidas na mesma madeira. Aromas marcantes, com toque de baunilha. Um blend fino, elegante. Acidez ideal e retrogosto perfeito.

22. Reserva do Nosco Ouro

Onde: Resende (RJ)

Madeira: 4 anos no carvalho francês

Toque agradável de café, torrefato, é uma cachaça incomum, que chama a atenção. Acidez e álcool equilibrados.

23. Áurea Custódio 3 anos

Onde: Ribeirão das Neves (MG)

Madeira: 3 anos no carvalho

Equilibrada, nada em excesso; álcool suave, aromas adocicados e frutados, macia na boca. Redonda.

24. Canabella Ouro

Onde: Paraibuna (SP)

Madeira: 2 anos no jequitibá + 1 ano na castanheira + 6 meses na amburana

Aroma da amburana predomina, típico cheiro de armário de avó, antigo. Carregada na boca. Poderia ter menos dessa madeira e/ou mais de outras.

25. Weber Haus Amburana

Onde: Ivoti (RS)

Madeira: 1 ano na amburana

Notas de canela e baunilha, tem percepção alcoólica média, mas podia ter mais corpo. Versátil, tipo de cachaça que agrada a vários paladares.

 

  Foto: Tiago Queiroz|Estadão

 26. Weber Haus Premium Carvalho Cabriúva

Onde: Ivoti (RS)

Madeira: 1 ano no carvalho + 1 ano no bálsamo

Mesmo amadeirada, tem toque herbal (que pode vir de madeira verde). Percepção alcoólica baixa, é suave, fácil de tomar.

27. Werneck Ouro

Onde: Rio das Flores (RJ)

Madeira: 2 anos no carvalho

Aromas marcantes, madeira predomina; acidez equilibrada, é uma bebida bem fermentada e bem armazenada, de qualidade superior. Harmoniza com queijo canastra.

28. Magnífica Carvalho

Onde: Miguel Pereira (RJ)

Madeira: 2 anos no carvalho

Amadeirada, tem bastante personalidade, um exemplar bem feito do seu estilo. Paladar tostado a aproxima do bourbon. Vai bem como aperitivo após a refeição.

29. Maria Izabel Carvalho

Onde: Paraty (RJ)

Madeira: 1 ano no carvalho

Percepção alcoólica no nariz incomoda um pouco, mas na boca não é agressiva. É menos encorpada do que aquilo que o visual denota. Ligeiramente adocicada, retrogosto poderia ser mais longo.

30. Santo Grau PX

Onde: Itirapuã (SP)

Madeira: carvalho americano (soleira)

Marcantemente doce, feita com madeira diferente das outras (barril antes abrigou jerez). Acidez e percepção alcoólica poderiam ser mais marcantes, mas é bom exemplo de busca de novos sabores para a cachaça.

 

  Foto: Tiago Queiroz?Estadão

31. Da Quinta Amburana

Onde: Carmo (MG)

Madeira: 1 ano na amburana

Notas frutadas e adocicadas na boca e no nariz, boa representante da amburana. Álcool suave, personalidade notável.

32. Indaiazinha

Onde: Salinas (MG)

Madeira: 8 anos no bálsamo

Percepção alcoólica e acidez em excesso, arranham na boca e mascaram sabores; sem tanto equilíbrio.

33. Engenho Pequeno

Onde: Pirassununga (SP)

Madeira: 2 anos no jequitibá

Bastante frutada, lembra frutas amarelas, vai bem numa caipirinha com carambola; acidez equilibrada e retrogosto presente e agradável.

34. Espírito de Minas

Onde: São Tiago (MG)

Madeira: 2 anos no carvalho e no jequitibá

Aroma herbal marcante, na boca tem acidez acima do esperado, mas ainda assim é uma cachaça leve, fácil de tomar.

35. Vale Verde Extra Premium

Onde: Betim (MG)

Madeira: 3 anos no carvalho

Uso equilibrado do carvalho, que não elimina aromas e sabores de cachaça nova, pura. Tem bastante frescor.

 

  Foto: Tiago Queiroz|Estadão

36. Sebastiana Castanheira

Onde: Américo Brasiliense (SP)

Madeira: 1 ano na castanheira

Aromas fracos, sem grande presença, mas na boca a cachaça cresce em relação ao nariz, com acidez equilibrada e álcool agradável.

37. Claudionor

Onde: Januária (MG)

Madeira: 1 ano na amburana

Aroma herbal acentuado, corpo aveludado. Cachaça com boa acidez e alta percepção alcoólica, mas equilibrada na boca, com personalidade.

38. Reserva do Nosco Prata

Onde: Resende (RJ)

Armazenada em inox

Destaca-se entre as brancas, acidez equilibrada que denota boa fermentação. É harmônica na boca, com retrogosto presente. Se fosse armazenada em madeira, poderia estar entre as top. É a primeira prata que aparece no ranking.

39. Werneck Safira Régia

Onde: Rio das Flores (RJ)

Madeira: 3 anos no carvalho

Aromas não convidam à degustação, mas na boca é equilibrada, com acidez e percepção alcoólica baixas; sem muita personalidade, mas boa para iniciantes.

40. Sapucaia Reserva da Família

Onde: Pindamonhangaba (SP)

Madeira: 10 anos no carvalho

Notas de baunilha, mas acidez mais elevada do que deveria é agressiva na boca; retrogosto deveria ser mais persistente.

 

  Foto: Tiago Queiroz|Estadão

41. Santo Grau Paraty

Onde: Paraty (RJ)

Não passa por madeira

Aromas frutados e teor alcoólico intenso no nariz, tem baixo corpo. Na boca, é harmônica, mas sem muita personalidade que a destaque.

42. Santo Grau Cel Xavier Chaves

Onde: Cel. Xavier Chaves (MG)

6 meses em tanque de pedra

Límpida, menos viscosa que outras brancas, mas com herbal no paladar, baixa acidez, álcool equilibrado e acabamento fino.

43. Mato Dentro Prata

Onde: São Luiz do Paraitinga (SP)

Madeira: 1 ano no amendoim

Cachaça franca, sem complexidade, mas bem resolvida, redonda. Herbal, com acidez e álcool perceptíveis, sem agressividade.

44. Coqueiro Prata

Onde: Paraty (RJ)

Madeira: 2 anos no amendoim

Boa viscosidade, mas no nariz deveria ser mais herbal; o que permanece no olfato é acidez agressiva, que também se sente na boca. Sem persistência no paladar.

45. Sanhaçu Freijó

Onde: Chã Grande (PE)

Madeira: 2 anos no freijó

Tem algo no aroma que lembra remédio; na boca, é encorpada e tem álcool equilibrado, sem ser agressivo.

 

  Foto: Tiago Queiroz|Estadão

46. Caraçuípe Ouro

Onde: Campo Alegre (AL)

Madeira: 1 ano e meio no carvalho

Nariz agressivo, baixa viscosidade e na boca não revela personalidade. Uma cachaça sem carisma, abaixo da média.

47. Harmonie Schnaps Prata

Onde: Harmonia (RS)

Armazenada 6 meses em inox

Forte olfato de cana; na boca, uma certa dose de picância. Cachaça suave, mas não inofensiva, tem personalidade.

48. Authoral

Onde: Brasília (DF)

Madeira: carvalhos francês e americano, bálsamo e cerejeira (soleira)

Proposta visual boa, de coloração perfeita, mas tem traços de aromas não naturais e na boca é agressiva, com acidez elevadíssima.

49. Serra Limpa (freijó)

Onde: Duas Estradas (PB)

Armazenada 6 meses em freijó

Longe do toque herbal característico das cachaças brancas; acidez e percepção alcoólica elevadas, poderia ser mais equilibrada

50. Germana (2 anos)

Onde: Nova União (MG)

Madeira: 2 anos no carvalho francês

Aromas de acetona, esmalte, pareceu a vários degustadores (que não sabiam de que rótulo se tratava) ser uma cachaça de lote com problema (na fermentação ou na destilação), já que eles acreditam que uma bebida assim não deveria estar entre as 50.

Fonte: Estadão

Confira as 50 finalistas do II ranking da Cúpula da Cachaça

Terminou a segunda fase do II Ranking Cúpula da Cachaça. Um painel formado por 38 especialistas (incluindo os logo ranking IIintegrantes da Cúpula da Cachaça) escolheu, nessa etapa, as suas 50 cachaças favoritas, dentro do universo das 250 Cachaças Mais Queridas do Brasil, eleitas pelo público (com mais de 22 mil votos).

Os especialistas tiveram três semanas para, com toda a calma, fazer sua opção. Agora, as 50 cachaças da Seleção irão para a fase final, a Degustação às cegas, e serão ranqueadas, da 50ª a 1ª colocação.

Durante dois dias, em dez baterias de cinco cachaças cada, os “cúpulos” irão degustar as cachaças, não identificadas, e avaliar fatores visuais, olfativos e gustativos. Dessa degustação, sairá a Cachaça do Ano, que substituirá ou não, a Vale Verde 12 Anos no posto.

O Ranking é válido por dois anos.

A lista, na qual aparecem cachaças clássicas e outras com pouco tempo no mercado. Produzidas no Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraíba, Ceará e até no Distrito Federal, as cachaças da Seleção são representativas da enorme variedade da produção nacional.

“Sempre há uma ou outra que cada cúpulo gostaria de ver nessa lista e que não entrou. Porque o Brasil tem algumas centenas de cachaças de alto nível. Mas todos concordamos que ficou uma seleção excelente, só com bebidas do primeiro time. Nossos produtores estão cada vez melhores. E nossos especialistas se esmeraram na tarefa da seleção. E agradecemos muito a eles por isso”, diz Milton Lima, presidente da Cúpula da Cachaça.

Essas são as 50 cachaças da Seleção dos Especialistas do II Ranking Cúpula da Cachaça:

Anísio Santiago/Havana
Áurea Custódio 3 anos
Authoral
Bento Albino Extra Premium
Canabella Ouro
Canarinha
Caraçuipe Ouro
Casa Bucco Ouro
Cedro do Líbano
Claudionor
Companheira Extra Premium
Coqueiro Prata (amendoim)
Da Quinta Umburana
Da Tulha Carvalho
Dona Beja Extra Premium
Engenho Pequeno
Espírito de Minas
Germana
Germana Heritage
Harmonie Schnaps Extra Premium
Harmonie Schnaps Prata
Havaninha
Indaiazinha
Leblon Signature Merlet
Magnifica Carvalho
Magnifica Reserva Soleira
Maria Izabel Carvalho
Mato Dentro Amendoim
Mazzaropi Carvalho Francês
Porto Morretes Tradição
Porto Morretes Premium
Reserva 51
Reserva do Gerente Carvalho
Reserva do Nosco Ouro
Reserva do Nosco Prata
Sanhaçú Amburana
Sanhaçú Freijó
Santo Grau Cel Xavier Chaves
Santo Grau Paraty
Santo Grau PX
Sapucaia Reserva Família
Sebastiana Castanheira
Serra Limpa
Vale Verde 12 anos
Vale Verde 3 anos
Weber Haus Amburana
Weber Haus Carvalho/Cabriuva
Weber Haus Lote 48
Werneck Ouro
Werneck Safira Régia

Fonte: Cúpula da Cachaça